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Comprar um imóvel por meio de financiamento é o caminho mais comum para a maior parte dos brasileiros que desejam conquistar a casa própria ou investir. Porém, quem pesquisa esse assunto percebe rapidamente que o valor final pago ao longo dos anos pode ser muito superior ao valor inicial do imóvel. Isso acontece porque o financiamento é uma operação de longo prazo e envolve diversos fatores que impactam diretamente no custo total.
Neste artigo, você vai entender por que o valor financiado pode aumentar tanto ao longo do tempo, quais são os principais itens que influenciam esse resultado e como fazer escolhas inteligentes para pagar menos.
Por que o financiamento pode custar mais do que o valor do imóvel?
Ao contratar um financiamento imobiliário, o cliente não paga apenas o valor emprestado. Ao longo do contrato, são acrescidos juros, seguros e encargos, que, somados, podem fazer com que o valor total pago seja muito maior que o montante financiado, principalmente em contratos longos — como os de 30 anos.
Isso não significa que o financiamento é desvantajoso. Pelo contrário: ele permite conquistar o imóvel imediatamente, sem precisar esperar décadas para juntar o valor total. O ponto-chave é entender o contrato e planejar a melhor condição possível.
Fatores que mais influenciam o custo do financiamento
Alguns elementos determinam quanto o cliente vai pagar ao final do contrato. Entre os principais, estão:
1. Taxa de juros
É o fator de maior impacto. Juros menores significam parcelas mais acessíveis e redução considerável do custo total.
2. Sistema de amortização
Os dois sistemas mais comuns no Brasil são:
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SAC: parcelas decrescentes, já que a amortização é maior no início e o valor diminui com o tempo;
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Price: parcelas iniciais iguais, com composição diferente de juros e amortização.
3. Valor da entrada
Quanto maior a entrada, menor o valor financiado, o que reduz tanto o custo total quanto os juros incidentes.
4. CET – Custo Efetivo Total
O CET representa o custo real do financiamento, incluindo juros, seguros obrigatórios e encargos. Avaliar apenas a taxa de juros é um erro comum.
Qual sistema escolher: SAC ou Price?
Não existe um sistema “melhor” de forma absoluta. A escolha depende do planejamento financeiro de cada comprador:
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O SAC costuma ser mais vantajoso no longo prazo, pois reduz o custo total e a incidência de juros.
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O Price oferece maior previsibilidade, com parcelas iguais, o que pode facilitar o planejamento mensal.
Por isso, simular e comparar é fundamental antes de assinar o contrato.
Como analisar uma proposta de forma inteligente
Antes de decidir, observe:
✔ A taxa de juros
✔ O CET
✔ O sistema de amortização
✔ O prazo do financiamento
✔ O valor da entrada
✔ O impacto da parcela no orçamento mensal
Quanto mais clareza sobre esses pontos, melhor será a negociação — e menor será o custo final.
Conclusão
O financiamento imobiliário continua sendo uma das formas mais seguras e eficazes de conquistar um patrimônio, desde que o comprador tenha informação, planejamento e apoio especializado.
Com uma análise correta, é totalmente possível reduzir juros, melhorar condições e evitar armadilhas comuns, garantindo um financiamento saudável e adequado à realidade financeira de cada pessoa.
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